Quantas vezes, ao ouvir a música Pai, eu chorei
copiosamente. O senhor dizia que não seria avô porque era coisa de velho. E nos
deixou 1 mês antes do meu casamento e 2 anos antes de meu filho, seu neto
primogênito chegar.
Imaginava o
senhor, brincando com meu filho, com o mesmo amor e carinho que me tratava,
aliás que tratava a todos. Seus braços, sempre meu melhor colo, meu acalanto.
Hoje, em um tapete
etéreo, o senhor brinca de vovô com meu filho. São 32 Dia dos Pais que não o
tenho ao meu lado. Que não vamos comemorar seu dia em um almoço gostoso na
estrada, como sempre gostou de fazer.
Paizinho, obrigada
pelo amor que me deu todos os dias de minha vida, obrigada por cuidar de mim e
sei, por muitas vezes tomar-me em seus braços para me proteger na caminhada
difícil e por tomar minhas mãos e me conduzir ao melhor destino.
Serei eternamente
grata por suas lições de amor, solidariedade, gentileza, humildade, ética,
moral, honestidade, equidade e espiritualidade. Seu incentivo sempre foi minha
motivação para atingir meus objetivos e para que eu fosse sempre uma pessoa
melhor.
Grata por colocar
Deus em meu caminho e meu coração. O senhor fez tudo e mais um pouco para meu
desenvolvimento humano e espiritual. Saudade... essa será eterna, até o momento
de nosso reencontro.
Feliz dia seu, meu
paizinho, mil vidas não seriam suficientes para agradecer e bendizer por
aceitar-me como sua filha. O amo infinitamente e beijo-lhe como uma suave brisa
a tocar seu rosto.
Nizamar 10/08/2014
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