Um
ser só
Perdido
na multidão
Mãos
atadas,
Pássaros
presos,
Crianças
violentadas,
Inocência
violada,
Revolta
guardada,
Olhar,
olhar,
Só
contemplar...
Morrer
a cada passo,
Calar
no regaço,
Coração
sem compasso;
Caminho
sem traço,
Olhar
de cansaço,
Chorar,
chorar,
Só
lamentar...
O
sol se esconde
A
lua surge,
Crianças
famintas
Transitam
na rua
Sem
ter abrigo,
Mão
meiga da mãe,
Aconchego
do pai;
Viver
simplesmente,
Tão
somente...
E
eu? Mais uma a andar na rua,
De
mãos atadas
A
me calar...
Julho
- Ni











