Sentia uma alegria tão pura, que era quase que infantil.
Como a criança que corre ao encontro do mar e sente as ondas abraçar seu corpo.
O que era aquilo, já que o mar estava tão distante dela?
Era a liberdade, a alegria de poder comandar suas decisões, sem a interferência de ninguém.
Agora, o mundo era seu, completamente seu. Ela mandava e desmandava no tempo. Dormia e acordava no horário que assim desejasse.
Ainda que soubesse de seus compromissos, com corpo, mente, emoções e espírito, era dona de seu destino.
Tendo essa certeza, seguiu feliz, com um novo brilho em seus olhos.
Ah, as vantagens de saber envelhecer, sem medo de ser feliz!!
Nizamar Oliveira – 29/01/2026
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