domingo, 10 de maio de 2015

Ser Mãe

Nesta sexta-feira, no Jardim Botânico de Curitiba vi uma linda cena. Uma menininha tão pequena, dois ou três anos, levando sua boneca no colo, a acalentando com um olhar que era um misto de seriedade e amor. Não me contive, tentei travar uma conversa, e ela, muito séria, nada falou e abraçava sua boneca com força, como que transmitindo proteção e segurança.



Somos assim, já nascemos com o dom da maternidade. Dê à menina uma boneca e ela instintivamente a tomará em seus braços.
E há mães de todas as formas, mãe de barriga, aquela que carregou no ventre por até nove meses, imaginando a cada dia o rostinho de seu rebento. Há aquela, que seu ventre não gerou, mas que a maternidade pulsa em seu coração, com intensidade. Tem mulher que nunca gerou um filho, mas foi mãe de seus pais, seus irmãos, sobrinhos. Tem avó que é mãe duas vezes, pois cria seus netos.


Segundo domingo de maio e muitas mães dariam tudo para poder abraçar sua mãe. Há ainda, aquelas mães que dariam tudo e um pouco mais para ter seus filhos não apenas nesse dia, mas em suas vidas. E que saem à janela e buscam nas estrelas, o sorriso de seus filhos. Ah como dói...
Desejo a todas as mães que Deus abençoe seus dias, com muita luz, paz, saúde, amor e força para atravessar essa linda jornada da maternidade.


E quanto a mim, agradeço a Deus a oportunidade de ser mãe, de ter minha mãe comigo e ao Tiago, por ter me escolhido por sua mãe.
Ser mãe transcende qualquer definição, sentimento e emoção.

Nizamar 10/05/2015