sábado, 19 de dezembro de 2015

Porque escrevo...

Eu escrevo porque minhas ideias brotam soltas. Elas precisam sair por todos meus poros.
A caneta e o caderno são meus companheiros desde sempre.
Quantas vezes eu escrevi com  um sorriso nos lábios.
E tantas outras, com as lágrimas turvando minha visão e molhando as folhas do caderno.














Não sou poetisa, não sou cronista.
Sou alguém que transborda em sentimentos.
Sou intensa, sou romântica, sou humana.
Sim, essa é a melhor definição: sou humana. 
Choro, rio, um dia acordo feliz, em outro nem tanto. 
Há dias que nem eu me suporto, de tanta tristeza, e há dias que minha alegria quer sair correndo por aí como uma criança que está descobrindo o mundo.
Guardo meus tesouros em caixinhas especiais: amigos e familiares.
Adoro fazer novos amigos, resgatar antigas amizades e preservar todos amigos.
Amo minha família. 
Choro, comovo, me envolvo.
Já fui entrega total em meus sentimentos.
Hoje, aprendi a me preservar para apenas quando vale a pena.
Já chorei muito e às vezes imagino que minhas lágrimas secaram.
Mas então, uma criança na rua, abre um sorriso e as lágrimas vêm sem me pedir licença.
Sou assim intensa, bem menos tensa, inteiramente mais emoção que razão.

Nizamar Olivaira - 17/12/2015

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