domingo, 12 de julho de 2015

Palavras que não são ao vento...

Às vezes as palavras surgem tão fácil e me ponho a escrever. Sentimentos que estão lá, quietinhos guardados em um cantinho do meu ser.
E ontem, as palavras surgiram quando estava adormecendo. Como eram mesmo? Me esforço em lembrar, sei que não chegarão a mim como ontem. E me pergunto por que não durmo com lápis e papel ao meu lado... Eu teria, ao menos, iniciado o que queria escrever.

Venha, não tenha medo.
Sou exatamente como me vê.
Eu não tenho segredos.
Petulante? Sim, eu sei ser.
Misteriosa? E qual mulher não é?
Venha me desvendar.
Mas, se apresse, não posso esperar.
Meu coração tem sede de amor.
Meu corpo tem fome do seu.
A vida é efêmera, não aguarde.
Estou aqui, não sei me esconder.








Venha e saberá quem se esconde por trás deste rosto.
Você se surpreenderá, espero que goste do meu gosto.
Quero te saborear, não se espante se eu te mimar.
Sou assim, independente, livre, mas não sei viver sem amar.
Venha... venha... se apresse... não quero e não posso esperar...

Nizamar 12/07/2015

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